Passeio Furos e Igarapés (parte II)
Depois da viajem de barco, descemos numa ilha onde tinha um "shopping", que mais parece um pequeno galpão com uma meia-duzia de artesanatos. Lá o guia nos falou um pouco do artesanato local e sobre algumas plantas. Tive a oportunidade nessa parte do passeio de provar o cacau que não tem um gosto muito bom, apesar de lembrar um pouco do chocolate, mas não seria algo que eu aconselho comer.
Após a visita no "shopping" pude conhecer um pouco da flora da amazonia. Uma plata que eu conheci foi a açaizeira, planta que fornece o fruto açai. O guia explicou que o açai possui uma boa quantidade de ferro, mas o modo que todos comemos o organismo não consegue aproveitar o ferro, mas para o melhor aproveitamento do ferro é necessário colocar umas gotas de limão para quebrar as moleculas de Ferro que possam ser absorvida pelo organismo.
Após fomos visitar a casa de um senhor que tem uma castanheira perto da sua casa, ele mostrou como descascar a castanha para poder comer, fora que tive aportunidade de comer a castanha do pará bem fresquinha. O mesmo senhor cria papagaios e algumas aranhas, a de estimação que ele não achou , e ele deixa ela dentro da casa para pegar os insetos. Mas achou uma outra que é bem menor que a de estimação.
Uma façanha que o senhor de 67 anos faz é subir um açaizeiro, ele usa uma planta nos pés que ajuda a ter apoio e facilita a subida. Ele foi até o topo do açaizeiro, que não sei como não quebrou de tão fino que é. O Valter também subiu, de acordo com o guia, foi o primeiro turista que ele viu que conseguiu subir usando a técnica com a planta nos pés.
A árvore ao meu lado na foto é uma Samaumeira de mais ou menos 40 anos de idade e tem um tamanho impressionante, o guia falou que existe uma de 250 anos muito maior que ela. Só pude ficar imaginando o tamanho, mas deve ser impressionante.
Continuando o passeio, onde em alguns lugares temos que andar com a mão na cabeça para proteção, caso caia algumas castanhas na cabeça, pois a proteção das castanhas e pesado e cai de uma altura de 30 metros. Pude conhecer no trajeto uma seringueira e fiquei sabendo também que os cumpizeiros são usados para fazer fornos. Falando em forno, vi onde se faz o carvão vegetal. A caminhada é curta, mas pude curtir e ver bastante plantas e um pouco da cultura regional. Após o passeio a pé voltamos para o barco onde voltamos para Belém, o legal da volta é o belo por-do-sol. E durante a volta conversando com o guia, seguimos a sugestão dele e fomos comer uma sopa de carangueijo em algum canto da cidade de Belém,que de acordo com ele é a melhor sopa que ele conhece. Confesso que a sopa é boa, mas não tanto como ele falava….



